O piso em muito mau estado dificultou imenso a tarefa de ambas as equipas, mas o Vila Meã adaptou-se sempre muito melhor e aí assentou a sua superioridade sobre a equipa da casa que conseguiu compensar mesmo quando, a partir dos 37 minutos, passou a jogar em inferioridade numérica. Os amarantinos entraram muito bem no jogo e criaram, desde logo, imensas dificuldades à defensiva local. Valeu, na emergência, a excelente actuação do guardião, Hugo Magalhães, para que o descalabro não tivesse consequências fatais. Na verdade, nos primeiros nove minutos de jogo, o guardião local negou, por três vezes, qual Pedro das balizas, o golo aos avançados de Vila Meã. Era caso para se dizer que se estava num dia de São Hugo à tarde. A partir dos 15 minutos, o Rebordosa foi equilibrando o jogo e dispôs da primeira situação de perigo, aos 32’, num cabeceamento de Silvério a centro de Leal. Minutos depois, Cafu levou a melhor sobre Chico, mas Cajó defendeu muito bem. A segunda parte começou mal para o Rebordosa que viria a sofrer o primeiro golo aos 51’, por Batiste, um verdadeiro quebra-cabeças para a defensiva local. No entanto a equipa reagiu muito bem e, aos 62’, depois de um defesa visitante salvar sobre a linha de golo, Jorginho, recém-entrado, empatou o jogo. Este jogador iria protagonizar dois lances de muito perigo aos 71 e 72’. A partida encontrava-se muito viva e, aos 75’, o Vila Meã marcou de novo, desta feita, por Lemos, após amortecimento na área por Batiste. Esta vantagem demorou apenas quatro minutos, pois aos 79’, Cerqueira, na marcação de um livre e com a prestimosa colaboração de Cajó, empatou de novo o jogo. Daí até final, ambas as equipas tentaram chegar à vitória, mas sem êxito.
Arbitragem razoável.
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